Para as mães que querem reforçar o vínculo com os seus bebês, a Shantala é uma ótima opção. Originada no sul da Índia, é uma massagem que, além de relaxar a criança, tem como objetivo integrar pais e filhos. São inúmeros os benefícios dessa técnica, além de promover a integração entre os pais e suas crianças, a massagem é capaz de aliviar cólicas, regularizar o sono, equilibrar o desenvolvimento psicomotor, acalmar e eliminar tensões do bebê. Um lugar dedicado a nós mulheres, mães, trabalhadoras, antenadas nas novidades do mundo dos bebês, no mundo da moda para as mamães e bebês, experiências do dia a dia. Também vamos adorar receber seus comentários, compartilhando conosco suas experiências.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Shantala
Para as mães que querem reforçar o vínculo com os seus bebês, a Shantala é uma ótima opção. Originada no sul da Índia, é uma massagem que, além de relaxar a criança, tem como objetivo integrar pais e filhos. São inúmeros os benefícios dessa técnica, além de promover a integração entre os pais e suas crianças, a massagem é capaz de aliviar cólicas, regularizar o sono, equilibrar o desenvolvimento psicomotor, acalmar e eliminar tensões do bebê. Alimentação Bebê
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Compritas!!!
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Crise dos 8 meses
Meuuu Deeeuuusss!!! Não sabia que isso existia!!
A Gi neste ultima semana dormiu super mau,fazia escandalo pra dormir,não queria ficar no berço e não podia nem ouvir minha voz que chorava.
Então pesquisando encontrei varias pesquisas super interessantes sobre A CRISE DOS 8 MESES,CONFIRA!!
Essa crise nem sempre acontece exatamente aos 8 meses, tem criança que apresenta com 6 ou 7 meses e crianças que apresentam com 9 meses. A criança apresenta novas reações a ausência da mãe, por perceber que a mãe e ela são seres distintos e não uma unidade. Essa, como todas as outras crises, é extremamente saudável e necessária ao desenvolvimento do bebê. O papai entra novamente com um papel muito importante, que é de ampliar esse relacionamento. Devendo assumir agora mais papéis no cuidado com o filho, na alimentação, na brincadeira, mostrando que os cuidados da mamãe é parecido com os dele.
Os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa, por durar mais tempo que as outras. Essa se acentua no sono, causando muitos transtornos no mesmo. A criança passa a acordar várias vezes durante a noite, desperta muitas vezes assustada e chorando muito. Essa crise dura de três a quatro semanas.
Para passar por essa fase, a criança conta com algumas ferramentas que a faz superar essa separação que traz a angústia. Geralmente a criança começa a se apegar a algum objeto: um paninho, uma chupeta , um brinquedo. Esse objeto, para ela, representa a mãe, e é bom que aconteça esse apego, pois isso vai ajudá-la a entender que as coisas não desaparecem, que o afastamento da mãe não é uma perda. Por exemplo, quando a mãe vai deixar a criança no berço à noite, apaga a luz, fecha a porta, ele acha que a mãe desaparece e não voltará nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências.
É muito importante que o bebê durma no seu berço ou carrinho desde os primeiros dias de vida.A prática de colocar o bebê pra dormir na cama dos pais pode levar a criança a ficar muito mais dependente dos mesmos, buscando uma atenção cada vez maior.
As brincadeiras também são excelentes meios para o bebê extravazar os medos causados pela angústia. A famosa brincadeira do “Achou” é muito interessante para a criança entender que as coisas somem aos seus olhos, mas continuam a existir e a aparecer novamente.
Sabe quando as crianças jogam “mil vezes” o brinquedo no chão para pegarmos? Pois é, muitas vezes é a alegria de jogar o objeto, fazendo-o desaparecer e vê-lo aparecer novamente.
Essa crise acontece sempre no oitavo mês?
Não exatamente. Essa é a crise do terceiro trimestre. “Embora seja incomum, algumas crianças começam a dar sinais da crise com 6 ou 7 meses. Outras mostram sintomas de angústia com 9 meses. Mas na maioria dos casos isso acontece mesmo no oitavo mês”,
Por que os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa de todas?
“Porque essa é a que dura mais tempo e o transtorno do sono é muito acentuado: a criança pode chegar a acordar 15 vezes durante a noite, desperta muito assustada, com um choro intenso. Alguns pais ficam tão assustados que pensam que a criança caiu do berço porque é um choro diferente, desesperado”.
Quanto tempo dura a crise da angústia?
Demora um pouco mais que as outras: três ou quatro semanas.
Nessa fase, quando a criança chora de madrugada, é a mãe quem deve atender?
De preferência, sim. O pediatra Leonardo Posternak explica a razão: “Na fantasia do bebê, ele acha que, quando a mãe apaga a luz e fecha a porta, não volta nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo”. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências. “Nessa fase, é oportuno que não ocorram trocas dos cuidadores. Além de acordar assustado, o bebê pode reagir à presença de estranhos, chorando ou estranhando o colo”, reforça Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “A mãe deve tentar acalmá-lo no próprio berço para não alterar substancialmente sua rotina”, ela sugere.
Quais os sintomas da crise da angústia?
Basicamente os mesmos das outras crises: alteração do sono, perda de apetite e agitação. “O sono é o que mais perturba. Além disso, a criança come muito mal, pior do que nas outras fases.
Qual a importância do objeto de transição nessa fase?
Nesse período de angústia, a criança começa a se apegar a algum objeto: pode ser um paninho, uma chupeta específica, um brinquedo. “Esse objeto representa a mãe, e é bom que ela brinque com o ursinho, por exemplo, que dê beijo, que deixe nele o seu cheiro. Isso vai ajudá-la a entender que à noite as coisas não desaparecem. A mãe pode sumir, mas o objeto continua ali e vai estar com ele quando acordar. Isso ajuda a criança a entender que esse afastamento não é uma perda”.
Como ajudar a criança a escolher o objeto de transição?
Os pais não precisam se preocupar em estimular a escolha, que é feita naturalmente pelo bebê. “É importante que o objeto resista às agressões da criança e que ela mesma o reconstrua. A mãe não deve lavá-lo nem tentar consertá-lo”.
Mais uma crise, mais uma fase…é isso aí, nosso bebezinho crescendo!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Estimular a imaginação do bebê
Meninas demorei para aqui estou, segue uma informação improtante para estimular a imaginação do nossos bebês, espero que ajude...
Bebês são como cientistas. Cada objeto, som e movimento é estudado cuidadosamente pelos pequenos com a maior curiosidade. As descobertas, por mais simples que pareçam aos adultos, como perceber que ligando a torneira sai água, trazem um enorme aprendizado.
Eles descobrem o mundo experimentando, interagindo e brincando , explica Eduardo Flit, psicólogo infantil. Mais do que diversão e jeito de passar o tempo até chegar à idade escolar, brincar é uma mina de conhecimento e estímulos para os pequenos. Cada idade tem seus jogos, brinquedos e brincadeiras.
A coordenação motora, a noção espacial e de tempo, a maturidade emocional, o grau de independência, os hábitos e incentivos recebidos influenciam as preferências de cada criança. Pense nisso antes de organizar uma brincadeira em conjunto.
Muito do que seu filho vai gostar de fazer dependerá do que você oferece, seja em materiais (os brinquedos e objetos), seja em exemplos e estímulos de imaginação (como nas brincadeiras de faz-de-conta). Brincar só faz bem e, quanto mais e mais variadas as atividades, melhor. Fique de olho nas sugestões dos especialistas.
Cor, som e... gosto Nos primeiros meses, brinquedos coloridos que produzem sons, como móbiles e caixinhas de música, despertam a atenção do pequeno. Brinquedos leves, macios e que possam ser levados à boca, como chocalhos e mordedores de borracha, são os preferidos. A partir dos seis meses, potes coloridos, objetos do cotidiano como telefone e colher, brinquedos de encaixar e blocos de empilhar são divertidos. Deixe a criança explorá-los em um colchonete no chão. Fique atenta a peças pequenas, partes soltas e pontas afiadas para evitar acidentes, porque bebês adoram provar o gosto de tudo.
Movimento e paisagem O grande desafio das crianças de cerca de um aninho é aprender a andar , lembra Eduardo Flit. Por isso, incentive brincadeiras sensoriais e que estimulem a coordenação motora. Mexer na terra ou apenas sacudir o corpo no ritmo de uma música são ótimas pedidas. Passeios, como ir ao parque, ver novas paisagens e brincar na areia são estimulantes e proporcionam imenso prazer aos bebês, pois mexem com os sentidos , afirma o psicólogo.
É imitando que se aprende O primeiro jogo que surge para os bebês é o da imitação. O grande desafio da criança pequena, já nos primeiro meses de vida, é tentar reproduzir as ações realizadas pelos adultos explica Gildo Volpato, especialista em Educação Psicomotora. Isso surge pela
necessidade que a criança tem de dominar o mundo dos objetos e ações humanas , diz.
Segurar uma caneca e tentar encher com água, subir sozinho uma escada, rabiscar com uma caneta, embalar uma boneca, arrumar uma bolsa... Se a atividade não envolver riscos para o bebê, deixe-oà
vontade. É um momento de grande desafio para os pequenos testar se também são capazes de imitar o vêem seus pais fazendo tão rotineiramente. É como se os objetos dissessem à criança o que ela deve fazer, ilustra Gildo.
No mundo do faz-de-conta Depois de dominar a ação sobre os objetos, a próxima etapa será dar um novo significado para cada um. Um pedaço de madeira vira uma espingarda, uma folha de papel transforma-se em dinheiro, a boneca vira um bebê. É o jogo do faz-de-conta. Gildo conta que é por meio desse jogo que o pequeno procura compreender os papéis sociais, as linguagens e as ações que compõem o complexo mundo real. Por isso as crianças gostam tanto de brincar de casinha, caminhãozinho, médico, escolinha e tantas outras atividades sociais .
Todas as brincadeiras podem (e devem!) ser feitas com o pequeno. Até mesmo assistir a vídeos educativos será mais produtivo e agradável com a companhia dos pais. Além disso, você pode aproveitar para recuperar a sua própria memória de infância, ensinando a seu filho suas antigas brincadeiras favoritas. Pais e filhos que brincam juntos fortalecem laços de confiança, respeito e amizade.
Bjukas Nancy
Decoração Provençal
Essas são algumas das opções que ela oferece, sem contar nos lustres. Vale a pena entrar em contato.
Decor Provence - Shirley
Fone: (11) 3683-6489
(11) 9741-6448
e-mail: decorprovence@gmail.com
Espero que gostem!!!
Beijos
Primeiros Dentinhos!
Ola Meninas!
Como boa mãe e dentista que sou(modesta!),não poderiamos deixar de falar sobre este assunto: OS DENTINHOS DO BEBE
A Gi esta nesta fase,começou a nascer os incisivos inferiores com 7meses,mas só agora depois de 1 meses estão terminando de erupcionar.
É uma delicia ver aqueles dentinhos apontando..mas qualquer chorinho ou desconforto não sabemos se é o dente nascendo ou outra coisa (mãe de 1ºviagem).
Então ai vai algumas diquinhas pra nos ajudar.
Certamente as mamães experientes já perceberam essa incômoda situação: o nascimento dos primeiros dentinhos deixa a criança chatinha e irritada por causa do desconforto que a erupção dos dentes ocasiona. Algumas mamães ficam preocupadas e não sabem o que fazer para acalmar o bebê.
O surgimento dos dentes ocorre mais ou menos aos 6 meses de idade e os primeiros a aparecer são os incisivos centrais inferiores. Depois aparecem os incisivos centrais superiores, seguido pelos incisivos laterais inferiores. Por volta de 1 ano e meio surgem os incisivos laterais superiores. Então começa a erupção dos dentes mais posteriores como os primeiros molares, os caninos e os segundos molares.
Aos 3 anos, seu filho terá todos os dentes de leite. Ao todo, são 10 dentinhos na arcada de cima e 10 na arcada de baixo. As mamães não devem ficar preocupadas se no primeiro aniversário do seu filho nenhum dente aparecer ao mundo. É normal um atraso de até 8 meses.
Os primeiros sinais de que os dentinhos estão chegando são coceira na gengiva pela pressão dos dentes, gengiva mais abaulada e esbranquiçada e aumento da salivação por conta do amadurecimento das glândulas salivares e pela incapacidade do bebê engolir toda a saliva. Todos esses sintomas deixam o sono do bebê mais agitado.
Bebê irritado com a chegada dos dentinhos - A erupção dos primeiros dentinhos geralmente ocorre no período em que a criança já senta e aumenta seu espaço para brincar. Essa época é onde o bebê leva a mão e tudo o que pega à boca, principalmente para aliviar a coceira das gengivas. As impurezas são transportadas do ambiente para o organismo do bebê podendo ocasionar estados febris, vômitos e diarréias, sintomas sempre relacionados com o aparecimento dos primeiros dentinhos.
Para aliviar a coceira gengival, ofereça ao bebê mordedores para massagear a gengiva. O alívio será maior se antes o mordedor ficar na geladeira, o frio ajuda a confortar a região.
Aos seis meses, o período de introdução de novos alimentos também se inicia. Comece aumentar a consistência dos alimentos gradualmente. Alimentos mais consistentes também ajudarão a massagear a gengiva além de estimular e ensinar a mastigação.
A mamãe pode ainda fazer uma massagem com o dedo indicador em toda gengiva, sempre com a mão bem limpa. Se a irritação for muito forte, consulte o médico que poderá receitar analgésicos e antitérmicos.
Os dentes de leite servem como guia para o posicionamento e a fixação correta da dentição permanente além de auxiliar na mastigação e no desenvolvimento da fala. Então os cuidados devem começar mesmo antes do nascimento dos primeiros dentinhos. É preciso caprichar na higiene bucal do bebê.
Nos primeiros meses de vida, os pais devem fazer uma limpeza da gengiva, bochecha e língua com uma gaze ou fralda embebida em água filtrada pelo menos três vezes ao dia. A primeira visita ao dentista que dará orientações sobre como fazer a higienização deve ser nos primeiros meses também.
Com a erupção do primeiro dente, pode-se começar a utilizar uma escova pequena, macia e com cerdas arredondadas. O cuidado com a dentição precoce do seu bebê é sinônimo de um sorriso saudável no futuro.
fonte:guiadobebeuol.com.br
Beijos!





