sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Shantala

Momys mais uma coisa que adoro fazer e a Má adora receber a Massagem Shantala.

Para as mães que querem reforçar o vínculo com os seus bebês, a Shantala é uma ótima opção. Originada no sul da Índia, é uma massagem que, além de relaxar a criança, tem como objetivo integrar pais e filhos. São inúmeros os benefícios dessa técnica, além de promover a integração entre os pais e suas crianças, a massagem é capaz de aliviar cólicas, regularizar o sono, equilibrar o desenvolvimento psicomotor, acalmar e eliminar tensões do bebê.

Durante a gravidez eu li o livro do médico francês Frédérick Leboyer, "Shantala", nele há uma linda história e como aplicar toda técnica.


Boa leitura!!!
Beijinhos
R*

Alimentação Bebê

Hey Momys! Hoje vou postar uma dica super legal de uma nutricionista sobre um assunto que todas as mães se preocupam Alimentação do Bebê, esse é um assunto que eu mesma vivo pesquisando, até mesmo porque eu optei por amamentar exclusivamente até o sexto mês da Má e agora estou em busca de todas as informações possível sobre os outros alimentos.


O leite materno é recomendado porque contém todos os ingredientes necessários para o crescimento infantil, inclusive água. Os especialistas recomendam que se dê o leite materno pelo menos durante seis meses, porem o ideal seria até os dois anos ou mais, juntamente com os alimentos sólidos.

A criança vai definir o intervalo entre as mamadas, pode ser 2 em 2 horas inicialmente, depois de 3 em 3 horas. Não dê alimento a toda hora que a criança chorar. Não é recomendável, em condições normais, que o recém-nascido receba mamadeiras juntamente com o seio materno, ele pode diminuir o interesse pelo seio.

Se for impossível o aleitamento materno existem no mercado fórmulas fortificadas com ferro e devem complementar a dieta depois de introduzidos os alimentos sólidos. O leite de vaca não é recomendado, pois é pobre em ferro, alem de ter excesso de proteínas e de sódio para o bebê, o que pode dar alergias no bebê.

Em geral, um lactente deve mamar pelo menos seis vezes ao dia e dormir bem nos intervalos entre as mamadas.. Algumas crianças podem mamar até 12 ou mais vezes por dia.

 O leite a ser consumido em até 48 horas após a coleta no seio pode ser refrigerado, desde que em condições de máxima higiene. O congelamento é o método preferido para armazenar o leite que não será consumido dentro de 48 horas.  Após ser descongelado, o leite não deve ser congelado novamente.

Introdução de alimentos sólidos (a partir do quarto mês para fórmula e do sexto mês para aleitamento materno) O bebê estará pronto para comer alimentos sólidos quando mostrar interesse pela refeição, conseguir sentar-se com um pouco de apoio e sustentar a cabeça. Introduza um novo alimento a cada semana, assim poderá perceber se o bebê tem alguma reação alérgica ou se é sensível a algum alimento em particular. Como possível reação, o bebê poderá cuspir o alimento; havendo alergia, aparecerão brotoejas no rosto ou na região onde usa a fralda, ou poderá ficar com o intestino solto. Não adicione sal ou açúcar à comida, mesmo achando que o tempero está suave, o bebê não precisa disso. Depois de algumas semanas poderá ser usado a cebola e algumas ervas, como a salsa, a sálvia, porem muito bem lavados. Evite alimentos industrializados como os caldos concentrados e enlatados. Use uma colher para isso, nunca na mamadeira.
Fruta natural: Sucos (sem açúcar) no meio da manhã entre as mamadas, de preferência em colheradas para que ele sinta o sabor na ponta da língua (sucos em média 80 a 120 ml). Se houver rejeição não force, mude de fruta. Ex: laranja lima, ou laranjada, melão, melancia, maçã, pêra. Depois de uma semana de sucos comece com as papinhas de frutas (use uma por vez para detectar alergias). A principio, utilize uma fruta por vez, mudando a cada dois dias (banana amassada, maçã raspada, pêra, mamão são as mais indicadas inicialmente). O próximo passo é colocar três opções no mesmo prato: por exemplo, banana e maça no mesmo prato separadas e mais uma mistura das duas. Dê 2 a 3 colheradas de cada uma, começando pelos sabores únicos e terminando pela mistura. À medida que os dentinhos forem crescendo deixe as papas mais espessas até servir em pedacinhos. A partir dos 8 meses já pode misturar legumes aos sucos de fruta como beterraba, cenoura, tomate. Assim que a criança consiga segurar uma xícara ele deve beber o suco sozinha.
Não se deve dar mel para as crianças menores de 12 meses, ele pode causar o botulismo infantil.

Farinhas de cereal infantis Pode-se iniciar com a farinha de arroz enriquecida com ferro, que não contem glúten. Geralmente as papinhas de cereais são oferecidas no lanche da tarde (1/2 a 1 xicara).

Papinhas salgadas- Deve-se utilizar sempre um alimento básico - um cereal (arroz ou massinha fina), tubérculo ou raiz:.batata, mandioquinha, cará, inhame, entre outros. Hortaliças (abóbora, abobrinha, cenoura, chuchu, acelga, entre outros), leguminosas (feijão, lentilha, ervilha seca, grão-de-bico, sem a casca inicialmente), carnes (de gado, peixe ou ave) Os ovos deverão ser apresentados à criança lentamente. Inicie após os oito meses de idades com ¼ da gema cozida (nunca dê ovo cru), espere dois dias para repetir. Se não houver reação alérgica ofereça metade da gema na semana seguinte. A clara dê após os 12 meses. Os alimentos deverão ser bem cozidos (não dê folhas cruas inicialmente), depois amassados ou peneirados; nunca liquidificados, pois isto dificultará a adaptação futura da criança à alimentação sólida. Para as primeiras duas semanas a porção pode ser de meia a 1 xícara de chá, apenas almoço, iniciando o jantar após esse tempo. Por volta dos oito ou nove meses, os bebês começam a ter interesse pelas coisas e querer comer sozinhos. Deixe alguns pedaços de alimento onde ele possa pegar.A partir do décimo mês introduza 1 colher (café) rasa de sal por dia. Por volta dos 10 meses, o bebê aceita alimentos finamente picados, com menor risco de engasgamento. Alguns alimentos são conhecidos por provocarem engasgamento: salsicha, nozes, amendoins, uvas, pipocas, cenouras e balas. Nunca deixe a criança comer sem a presença de um adulto.

Biscoitos (sem recheio) que auxiliam a dentição podem ser oferecido.
O leite, de preferência o materno, continuará a se oferecido nos intervalos das refeições (3 a 4 vezes por dia).  

Essas foram as dicas Dra. Marilia N.M.Ninot - Nutricionista, que nos foi enviada através de nossa amiga Carol (obrigadinha).

Espero que tenham gostado e comentem para que possamos interagir e compartilharmos as experiências.

Beijinhos
R*


quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Compritas!!!


People! Como estão? Nossa ando sumida, mas é que a vida está muito corrida. Mas calma tenho vários posts para fazer e um deles é esse: GAP aqui no Brasil!
Isso mesmo, agora podemos comprar as coisas fofas para nossas babies da GAP pela internet e eles entregam aqui no Brasil. Ontem eu fiz uma simulação para ver se compensa a compra e para valer a pena comprar pelo site (devido as taxas de entrega) tem que juntar as amigas, ou escolher os itens mais diferenciados que não encontramos por aqui para comprar senão fica inviável!
Além de roupas para os babies também tem a linha Maternity para as gestantes, que vale a pena!


Quem quiser conferir clique aqui.

Beijinhos,

R*

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Crise dos 8 meses


Meuuu Deeeuuusss!!! Não sabia que isso existia!!
A Gi neste ultima semana dormiu super mau,fazia escandalo pra dormir,não queria ficar no berço e não podia nem ouvir minha voz que chorava.
Então pesquisando encontrei varias pesquisas super interessantes sobre A CRISE DOS 8 MESES,CONFIRA!!
Essa crise nem sempre acontece exatamente aos 8 meses, tem criança que apresenta com 6 ou 7 meses e crianças que apresentam com 9 meses. A criança apresenta novas reações a ausência da mãe, por perceber que a mãe e ela são seres distintos e não uma unidade. Essa, como todas as outras crises, é extremamente saudável e necessária ao desenvolvimento do bebê. O papai entra novamente com um papel muito importante, que é de ampliar esse relacionamento. Devendo assumir agora mais papéis no cuidado com o filho, na alimentação, na brincadeira, mostrando que os cuidados da mamãe é parecido com os dele.

Os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa, por durar mais tempo que as outras. Essa se acentua no sono, causando muitos transtornos no mesmo. A criança passa a acordar várias vezes durante a noite, desperta muitas vezes assustada e chorando muito. Essa crise dura de três a quatro semanas.

Para passar por essa fase, a criança conta com algumas ferramentas que a faz superar essa separação que traz a angústia. Geralmente a criança começa a se apegar a algum objeto: um paninho, uma chupeta , um brinquedo. Esse objeto, para ela, representa a mãe, e é bom que aconteça esse apego, pois isso vai ajudá-la a entender que as coisas não desaparecem, que o afastamento da mãe não é uma perda. Por exemplo, quando a mãe vai deixar a criança no berço à noite, apaga a luz, fecha a porta, ele acha que a mãe desaparece e não voltará nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências.

É muito importante que o bebê durma no seu berço ou carrinho desde os primeiros dias de vida.A prática de colocar o bebê pra dormir na cama dos pais pode levar a criança a ficar muito mais dependente dos mesmos, buscando uma atenção cada vez maior.
As brincadeiras também são excelentes meios para o bebê extravazar os medos causados pela angústia. A famosa brincadeira do “Achou” é muito interessante para a criança entender que as coisas somem aos seus olhos, mas continuam a existir e a aparecer novamente.

Sabe quando as crianças jogam “mil vezes” o brinquedo no chão para pegarmos? Pois é, muitas vezes é a alegria de jogar o objeto, fazendo-o desaparecer e vê-lo aparecer novamente.

Essa crise acontece sempre no oitavo mês?
Não exatamente. Essa é a crise do terceiro trimestre. “Embora seja incomum, algumas crianças começam a dar sinais da crise com 6 ou 7 meses. Outras mostram sintomas de angústia com 9 meses. Mas na maioria dos casos isso acontece mesmo no oitavo mês”,

Por que os pediatras dizem que essa é a crise mais significativa de todas?
“Porque essa é a que dura mais tempo e o transtorno do sono é muito acentuado: a criança pode chegar a acordar 15 vezes durante a noite, desperta muito assustada, com um choro intenso. Alguns pais ficam tão assustados que pensam que a criança caiu do berço porque é um choro diferente, desesperado”.

Quanto tempo dura a crise da angústia?
Demora um pouco mais que as outras: três ou quatro semanas.

Nessa fase, quando a criança chora de madrugada, é a mãe quem deve atender?
De preferência, sim. O pediatra Leonardo Posternak explica a razão: “Na fantasia do bebê, ele acha que, quando a mãe apaga a luz e fecha a porta, não volta nunca mais. Então, se ele chora durante a noite e é atendido pelo pai ou pela babá, acredita que a mãe não voltará mesmo”. A criança precisa passar por isso para ir entendendo que a presença da mãe pode ser seguida de ausências. “Nessa fase, é oportuno que não ocorram trocas dos cuidadores. Além de acordar assustado, o bebê pode reagir à presença de estranhos, chorando ou estranhando o colo”, reforça Ana Paula Cargnelutti Venturini, mestre em psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “A mãe deve tentar acalmá-lo no próprio berço para não alterar substancialmente sua rotina”, ela sugere.

Quais os sintomas da crise da angústia?
Basicamente os mesmos das outras crises: alteração do sono, perda de apetite e agitação. “O sono é o que mais perturba. Além disso, a criança come muito mal, pior do que nas outras fases.

Qual a importância do objeto de transição nessa fase?
Nesse período de angústia, a criança começa a se apegar a algum objeto: pode ser um paninho, uma chupeta específica, um brinquedo. “Esse objeto representa a mãe, e é bom que ela brinque com o ursinho, por exemplo, que dê beijo, que deixe nele o seu cheiro. Isso vai ajudá-la a entender que à noite as coisas não desaparecem. A mãe pode sumir, mas o objeto continua ali e vai estar com ele quando acordar. Isso ajuda a criança a entender que esse afastamento não é uma perda”.

Como ajudar a criança a escolher o objeto de transição?
Os pais não precisam se preocupar em estimular a escolha, que é feita naturalmente pelo bebê. “É importante que o objeto resista às agressões da criança e que ela mesma o reconstrua. A mãe não deve lavá-lo nem tentar consertá-lo”.

Mais uma crise, mais uma fase…é isso aí, nosso bebezinho crescendo!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Estimular a imaginação do bebê


Meninas demorei para aqui estou, segue uma informação improtante para estimular a imaginação do nossos bebês, espero que ajude...



Bebês são como cientistas. Cada objeto, som e movimento é estudado cuidadosamente pelos pequenos com a maior curiosidade. As descobertas, por mais simples que pareçam aos adultos, como perceber que ligando a torneira sai água, trazem um enorme aprendizado.

Eles descobrem o mundo experimentando, interagindo e brincando , explica Eduardo Flit, psicólogo infantil. Mais do que diversão e jeito de passar o tempo até chegar à idade escolar, brincar é uma mina de conhecimento e estímulos para os pequenos. Cada idade tem seus jogos, brinquedos e brincadeiras.

A coordenação motora, a noção espacial e de tempo, a maturidade emocional, o grau de independência, os hábitos e incentivos recebidos influenciam as preferências de cada criança. Pense nisso antes de organizar uma brincadeira em conjunto.

Muito do que seu filho vai gostar de fazer dependerá do que você oferece, seja em materiais (os brinquedos e objetos), seja em exemplos e estímulos de imaginação (como nas brincadeiras de faz-de-conta). Brincar só faz bem e, quanto mais e mais variadas as atividades, melhor. Fique de olho nas sugestões dos especialistas.

Cor, som e... gosto Nos primeiros meses, brinquedos coloridos que produzem sons, como móbiles e caixinhas de música, despertam a atenção do pequeno. Brinquedos leves, macios e que possam ser levados à boca, como chocalhos e mordedores de borracha, são os preferidos. A partir dos seis meses, potes coloridos, objetos do cotidiano como telefone e colher, brinquedos de encaixar e blocos de empilhar são divertidos. Deixe a criança explorá-los em um colchonete no chão. Fique atenta a peças pequenas, partes soltas e pontas afiadas para evitar acidentes, porque bebês adoram provar o gosto de tudo.

Movimento e paisagem O grande desafio das crianças de cerca de um aninho é aprender a andar , lembra Eduardo Flit. Por isso, incentive brincadeiras sensoriais e que estimulem a coordenação motora. Mexer na terra ou apenas sacudir o corpo no ritmo de uma música são ótimas pedidas. Passeios, como ir ao parque, ver novas paisagens e brincar na areia são estimulantes e proporcionam imenso prazer aos bebês, pois mexem com os sentidos , afirma o psicólogo.

É imitando que se aprende O primeiro jogo que surge para os bebês é o da imitação. O grande desafio da criança pequena, já nos primeiro meses de vida, é tentar reproduzir as ações realizadas pelos adultos explica Gildo Volpato, especialista em Educação Psicomotora. Isso surge pela

necessidade que a criança tem de dominar o mundo dos objetos e ações humanas , diz.

Segurar uma caneca e tentar encher com água, subir sozinho uma escada, rabiscar com uma caneta, embalar uma boneca, arrumar uma bolsa... Se a atividade não envolver riscos para o bebê, deixe-oà

vontade. É um momento de grande desafio para os pequenos testar se também são capazes de imitar o vêem seus pais fazendo tão rotineiramente. É como se os objetos dissessem à criança o que ela deve fazer, ilustra Gildo.
No mundo do faz-de-conta Depois de dominar a ação sobre os objetos, a próxima etapa será dar um novo significado para cada um. Um pedaço de madeira vira uma espingarda, uma folha de papel transforma-se em dinheiro, a boneca vira um bebê. É o jogo do faz-de-conta. Gildo conta que é por meio desse jogo que o pequeno procura compreender os papéis sociais, as linguagens e as ações que compõem o complexo mundo real. Por isso as crianças gostam tanto de brincar de casinha, caminhãozinho, médico, escolinha e tantas outras atividades sociais .

Todas as brincadeiras podem (e devem!) ser feitas com o pequeno. Até mesmo assistir a vídeos educativos será mais produtivo e agradável com a companhia dos pais. Além disso, você pode aproveitar para recuperar a sua própria memória de infância, ensinando a seu filho suas antigas brincadeiras favoritas. Pais e filhos que brincam juntos fortalecem laços de confiança, respeito e amizade.

Bjukas Nancy

Decoração Provençal

Meninas para vocês que estão montando ou querem dar uma renovada no quartinho do baby tenho uma dica de alguns acessórios provençais de qualidade e o que é melhor, um preço super bacana.
Eu quando estava montando o quarto da Má super adquiri alguns produtinhos da Decor Provence. Veja algumas das opções:







Essas são algumas das opções que ela oferece, sem contar nos lustres. Vale a pena entrar em contato.
Decor Provence - Shirley
Fone: (11) 3683-6489
          (11) 9741-6448
e-mail: decorprovence@gmail.com

Espero que gostem!!!
Beijos
R*

Primeiros Dentinhos!


Ola Meninas!
Como boa mãe e dentista que sou(modesta!),não poderiamos deixar de falar sobre este assunto: OS DENTINHOS DO BEBE
A Gi esta nesta fase,começou a nascer os incisivos inferiores com 7meses,mas só agora depois de 1 meses estão terminando de erupcionar.
É uma delicia ver aqueles dentinhos apontando..mas qualquer chorinho ou desconforto não sabemos se é o dente nascendo ou outra coisa (mãe de 1ºviagem).
Então ai vai algumas diquinhas pra nos ajudar.
Certamente as mamães experientes já perceberam essa incômoda situação: o nascimento dos primeiros dentinhos deixa a criança chatinha e irritada por causa do desconforto que a erupção dos dentes ocasiona. Algumas mamães ficam preocupadas e não sabem o que fazer para acalmar o bebê.

O surgimento dos dentes ocorre mais ou menos aos 6 meses de idade e os primeiros a aparecer são os incisivos centrais inferiores. Depois aparecem os incisivos centrais superiores, seguido pelos incisivos laterais inferiores. Por volta de 1 ano e meio surgem os incisivos laterais superiores. Então começa a erupção dos dentes mais posteriores como os primeiros molares, os caninos e os segundos molares.

Aos 3 anos, seu filho terá todos os dentes de leite. Ao todo, são 10 dentinhos na arcada de cima e 10 na arcada de baixo. As mamães não devem ficar preocupadas se no primeiro aniversário do seu filho nenhum dente aparecer ao mundo. É normal um atraso de até 8 meses.

Os primeiros sinais de que os dentinhos estão chegando são coceira na gengiva pela pressão dos dentes, gengiva mais abaulada e esbranquiçada e aumento da salivação por conta do amadurecimento das glândulas salivares e pela incapacidade do bebê engolir toda a saliva. Todos esses sintomas deixam o sono do bebê mais agitado.

Bebê irritado com a chegada dos dentinhos - A erupção dos primeiros dentinhos geralmente ocorre no período em que a criança já senta e aumenta seu espaço para brincar. Essa época é onde o bebê leva a mão e tudo o que pega à boca, principalmente para aliviar a coceira das gengivas. As impurezas são transportadas do ambiente para o organismo do bebê podendo ocasionar estados febris, vômitos e diarréias, sintomas sempre relacionados com o aparecimento dos primeiros dentinhos.

Para aliviar a coceira gengival, ofereça ao bebê mordedores para massagear a gengiva. O alívio será maior se antes o mordedor ficar na geladeira, o frio ajuda a confortar a região.

Aos seis meses, o período de introdução de novos alimentos também se inicia. Comece aumentar a consistência dos alimentos gradualmente. Alimentos mais consistentes também ajudarão a massagear a gengiva além de estimular e ensinar a mastigação.

A mamãe pode ainda fazer uma massagem com o dedo indicador em toda gengiva, sempre com a mão bem limpa. Se a irritação for muito forte, consulte o médico que poderá receitar analgésicos e antitérmicos.

Os dentes de leite servem como guia para o posicionamento e a fixação correta da dentição permanente além de auxiliar na mastigação e no desenvolvimento da fala. Então os cuidados devem começar mesmo antes do nascimento dos primeiros dentinhos. É preciso caprichar na higiene bucal do bebê.

Nos primeiros meses de vida, os pais devem fazer uma limpeza da gengiva, bochecha e língua com uma gaze ou fralda embebida em água filtrada pelo menos três vezes ao dia. A primeira visita ao dentista que dará orientações sobre como fazer a higienização deve ser nos primeiros meses também.

Com a erupção do primeiro dente, pode-se começar a utilizar uma escova pequena, macia e com cerdas arredondadas. O cuidado com a dentição precoce do seu bebê é sinônimo de um sorriso saudável no futuro.

fonte:guiadobebeuol.com.br

Beijos!